13/04/2008

Ponte de discórdia


Ponte a baixo ponte a cima e assim nascerá mais uma conduta a despejar milhares de viaturas diariamente em Lisboa.
Mesmo nela sendo contemplado também o caminho de ferro, não parece que este seja o seu maior atractivo (salvo a desejada ligação à linha do Sul).
Os portugueses não largam o volante, preferindo o "stress" das filas, estacionamento, custos do carro, combustível cada vez mais caro e parque, cada vez mais difícil, ao conforto duma carruagem de comboio onde se poderá tranquilamente ler um jornal, algumas páginas dum livro, ou mesmo olhar a "paisagem" do lado, sem, por isso, correr o risco de bater na carruagem da frente.
Os portugueses necessitam empenhar-se em mudar o seu habito de transporte, mas não parecem interessados.
Os governantes tem a sua quota-parte nesse desinteresse! Talvez por outros interesses, que ultrapassam os ambientais e outros ditos politicamente mais correctos, fomentam a construção de estradas em detrimento de vias férreas, em todos os aspectos muito mais económicas e ecológicas. Há muito que outros países já descobriram isso; nós ainda vamos na carruagem de trás, ou pior, nem sequer apanhamos o comboio !

30/03/2008

Camionagem de passageiros, sem passageiros.


Todos podemos verificar que aos centros e dos centros das
cidades chegam e partem diariamente demasiadas carreiras de camionetas de passageiros de Empresas Privadas vazias, ou quase, muitas vezes sem um único passageiro.
Serviço inglório, com graves consequências ambientais e para a saúde pública, quer pelo ruído destes monstros rolantes movidos a potentes motores "diesel", quer pela emissão de gases tóxicos, além da obstrução provocada pela sua circulação praticamente inútil.
Há muitos anos que assim funciona e ninguém, com um pouco de bom senso, se "atreve" a pôr cobro a isto, porque será? Que poderes estarão por trás deste absurdo?

Energia eólica



Uma boa solução ?
Sim, mas...


Um parque eólico ou usina eólica é um espaço, terrestre ou marítimo, onde estão concentrados vários aerogeradores destinados a transformar energia eólica em energia eléctrica.
Para a construção desses parques é necessário a realização de EIA/RIMA (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental) pois a sua má localização pode causar impactos negativos como a morte de aves e a poluição sonora, já que as hélices produzem um zumbido constante. Os fabricantes, no entanto, alegam que os modelos mais recentes não geram mais ruído que o próprio vento que gira as turbinas, por não usarem mais engrenagens no acoplamento entre a turbina e o gerador. (Wikipédia)

E o impacto visual?
Parece não ter sido considerado. No entanto, se os geradores forem colocados em linha (como na imagem), em vez de grupos estrategicamente distanciados entre si, teremos um futuro comprometedor do nosso horizonte visual, que nos poderá por a cabeça a "andar à roda"!